Você confia em vacinas?

Uma dessas descrenças em vacinas começou em 1998. Foi quando Andrew Wakefield um médico do Royal Free Hospital School of Medicine, em Londres, publicou na revista científica britânica The Lancet um estudo pequeno que relacionava o desenvolvimento de autismo á tríplice viral. Depois dessa pesquisa, a comunidade médica no mundo todo tentou confirmar a tal ligação, mas a ligação nunca foi comprovada. Alguns jornais britânicos falaram que tanto o hospital para o qual o médico trabalhava, quanto ele próprio, recebiam dinheiro de advogados para levar a tal pesquisa adiante. Em 2010, o próprio conselho se referiu ao estudo como fraudulento, mas o estrago já estava feito.
Por causa disso, algumas doenças que foram eliminadas em alguns países desenvolvidos, andam reaparecendo nos últimos tempos. Em junho de 2015, a Espanha confirmou seu primeiro caso de difteria depois de 28 anos, em um menino de 6 anos. Em 2013, os EUA tiveram a sua maior epidemia de coqueluche dos últimos 57 anos, com 48000 infectados. E até a Disney teve um surto de sarampo em janeiro de 2015. Todas essas são doenças que a humanidade já havia controlado com vacinas.
Na grande maioria dos casos, as reações das vacinas são chatas, mas toleráveis (febre, fraqueza etc…). Afinal, a ideia, é que o organismo adoeça, já que as injeções são produzidas a partir do micro-organismos mortos ou fragmentados, porém há registros de contágio vacinal, em que o vacinado desenvolve a doença que a vacina deveria impedir. A poliomielite é um exemplo (1 em cada 2,7 milhões de vacinados): é mais fácil ser atingido por um raio 3 vezes em um ano.
Recentemente a Austrália  cortou benefícios sociais de famílias que não vacinam seus filhos. A Califórnia aprovou uma lei que proíbe que pais deixem de vacinar seus filhos por motivos de “crenças pessoais”. E no Brasil, atender ao calendário básico da vacinação é obrigatório por lei. Caso chegue a justiça algum caso de ausência , a família pode ser multada e aprendida e levada para vacinação obrigatória.
Dispersciência:

Nerdologia:

Minuto da Terra:

Créditos: Super Interessante

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