Aquecimento Global

Aquecimento global é o aumento da temperatura média da Terra, causado pelos gases que aumentam o efeito estufa. O aumento da temperatura vem ocorrendo desde meados do século XIX e deverá continuar enquanto as emissões continuarem elevadas. Os principais gases produtores do efeito estufa são o vapor d’água (H2O), gás carbônico (CO2), metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O).

O que é o Efeito Estufa?

É um mecanismo natural da Terra para manter a temperatura do planeta, sem ela a temperatura do planeta seria muito fria, mas com gás carbônico, vapor d’água, metano e óxido nitroso demais, esquenta muito.

O desmatamento também colabora para este processo, que teria o papel de controlar a umidade.

Além disso, poluição das águas também é um fator relacionado com o aquecimento global. No caso dos oceanos, existem seres vivos responsáveis pela absorção de gás carbônico e emissão de oxigênio: os fitoplânctons e as algas marinhas. Portanto, a destruição de seus habitat também pode interferir diretamente na dinâmica atmosférica global.

O principal órgão responsável pela dos estudos relacionados com o aquecimento global é o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC ou Intergovernmental Panel on Climate Change).

Para o IPCC, o problema em questão não deve sequer ser motivo de discussão em termos de sua existência ou não, pois, segundo ele, é mais do que comprovada a série de mudanças climáticas ocorridas nos últimos tempos e a participação do ser humano nesse processo.

Diz Brasil ESCOLA

As mudanças causadas pelo aquecimento global nos sistemas biológicos, químicos e físicos do planeta são muitas, algumas são de longa duração e outras são irreversíveis, e já estão provocando uma grande redistribuição geográfica da biodiversidade, diminuindo número de espécies, modificando e destruindo ecossistemas, e gerando por consequência problemas sérios para a produção de alimentos, o suprimento de água e a produção de bens diversos que dependem da estabilidade do clima.

Em 1979 foi descoberto que a concentração de ozônio estava se tornando rarefeita sobre a Antártida. Em 1983, pesquisadores encontraram um buraco na camada de ozônio, e que a principal causa era a reação química do gás CFC (clorofluorocarboneto ou clorofluorcarbono) com o ozônio.

Em 1987 vários países assinaram um acordo de redução do uso do CFC, usado como fluido de refrigeração, como solvente, nas embalagens de aerossóis e nas espumas plásticas, acordo que ficou conhecido como “Protocolo de Montreal”. Um relatório publicado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e pelo programa do meio ambiente das Nações Unidas, a camada de ozônio deve se recuperar até o ano 2050, se os países poluidores respeitarem o Protocolo de Montreal.

A ONU e diversos países organizaram conferências para discutir e encaminhar medidas, para trabalhar na diminuição da emissão de gases por parte das nações. O Protocolo de Quioto (Kyoto) foi firmado com essa finalidade na Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas de 1997. Esse acordo gerou tensões porque alguns países, como os Estados Unidos, não aceitaram bem a meta de redução dizendo que isso diminuir sua economia.

Em 2007 ocorreu a Conferência de Bali, no qual foi criado um plano que substituiu o Protocolo de Quioto em 2012.

Em 2009 aconteceu o grande encontro climático de Copenhague. A conferência não atende às expectativas, mas termina em um acordo político negociado que envolve pela primeira vez China e Estados Unidos.

O texto estabelece como objetivo limitar a temperatura do planeta em 2º graus com relação à era pré-industrial, mas falta clareza quanto aos meios de realizar isto. Ele também prevê uma ajuda de 100 bilhões de dólares ao ano até 2020 para apoiar as políticas climáticas dos países mais pobres.

Em 2015 ouve o Acordo de París, com a ideia de reforçar a capacidade dos países para lidar com os impactos do aquecimento global. Clique aqui para saber mais.


Fontes:
https://www.nytimes.com/2017/01/18/science/earth-highest-temperature-record.html
https://www.climate.gov/news-features/event-tracker/not-so-rainy-season-drought-southern-africa-january-2016
https://www.washingtonpost.com/news/energy-environment/wp/2016/09/29/warm-oceans-caused-last-years-toxic-blob-and-more-algae-blooms-may-be-in-store/?utm_term=.f3b5769b2e14
https://www.nytimes.com/2015/11/03/science/global-warming-pacific-ocean-el-nino-blob.html?mtrref=www.nytimes.com
https://www.nytimes.com/2017/12/14/climate/climate-extreme-weather-attribution.html

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Se a humanidade desaparecesse, qual espécie dominaria o mundo?

Se estamos falando de quantidade de indivíduos, os humanos perdem feio: somos superados em número por bactérias, protozoários, insetos e muitos outros. E alguns animais possuem sistema de linguagem, estrutura social e inteligência muito mais sofisticado, deixando em xeque mate a nossa autoproclamada soberania.

Segundo a professora de zoologia do Instituto de biologia da USP, não haveria uma única espécie dominante, cada animal seria soberano em seu habitat, vivendo em equilíbrio com os outros.

Alguns primatas vivem em sociedades complexas, que admitem até níveis hierárquicos. Sem nós, é possível que o potencial mental dos primatas permita que eles comecem a usar ferramentas e tecnologias humanas. Experimentos em laboratório já demonstraram que eles são capazes de fazer operações matemáticas, jogar videogame e de operar celulares.

Árvores conseguiriam romper o asfalto das grandes cidades e tomariam conta de todos os espaços. Embora não se tornassem dominantes, algumas espécies iriam se multiplicar.

Para o diretor de engenharia do Google, são as inteligências artificiais que vão substituir o ser humano. Segundo ele, a rápida evolução tecnológica permitirá que, num determinado momento, a inteligência de uma máquina seja superior a do homem. Tem várias datas previstas para virar realidade, 2019, 2030 e 2045. As teorias do engenheiro também apontam para um cenário em que a convivência entre humanos e máquinas possa ser pacífica. Segundo ele, o futuro reserva possibilidades com uma criação de próteses cerebrais com interfaces computadorizadas.

 

Origem da Vida

Como foi que a vida se formou nesse planeta?

Não faltam teorias. Bactérias não encontradas naturalmente na Terra foram achados em meteoritos descobertos na Antártica. Possivelmente, a vida veio de outro planeta?NÃO.

Até 1950, os cientistas tinham usado uma variedade de métodos para determinar que a Terra tinha 4,6 bilhões de anos. Contudo, os mais velhos registros fósseis de minúsculas  células de bactérias não eram mais velhos do que 3,5 bilhões de anos. Isso quer dizer que a Terra girou no espaço por mais de 1 bilhão de anos como um planeta sem vida.

A maioria concorda que a vida deve ter surgido de matérias químicas inorgânicas. Mesmo que essa teoria fizesse sentido, ninguém tinha certeza de que pudesse realmente acontecido.

No final da década de 1940, Harold Urey, químico da Universidade de Chicago, ligou-se a astrônomos e cosmologistas para tentar determinar como deveriam ter sido os primeiros meio ambientes da Terra. Eles determinaram que a atmosfera inicial seria quimicamente parecida com o resto do universo:

  • 90% de hidrogênio
  • 9% de hélio

  • 1% restante formado de oxigênio, carbono, nitrogênio, neônio, enxofre, silicone, ferro e argônio. Destes, o hélio, o argônio e o neônio não reagiam com os outros para formar compostos.

Fazendo experiências, Urey determinou que os elementos que restavam, na sua provável composição  na atmosfera primitiva da Terra, teriam  se combinado para formar água, metano, amônia e sulfureto de hidrogênio.

Surge Stanley Miller. Em 1952, este químico de 32 anos decidiu testar a teoria e ver se a vida poderia ser produzida da mistura dos componentes químicos de Urey. Miller esterilizou  cuidadosamente longas sessões de tubos  de vidro, frascos e bécheres. Encheu um bécher grande com água esterilizada. Encheu outros frascos com três gases que Urey tinha identificado como parte da atmosfera primitiva da Terra (metano, amônia e sulfureto de hidrogênio).

Lentamente, Miller ferveu o bécher de água para que o vapor subisse pela “atmosfera” fechada de um labirinto de tubos de vidro e bécheres e lá misturou-se com os outros 3 gases.

Miller compreendeu que precisava de uma fonte de energia para dar inicio a reação química de criação de vida. Desde que outros cientistas haviam determinado que tinha trovões e tempestades com raios constantes, Miller decidiu criar raios artificias. Ele prendeu uma bateria a dois eletrodos.

Depois de uma semana de operação contínua nessa atmosfera de circuito  fechado. Miller analisou o resíduo dos compostos que haviam se sedimentado no bécher coletor do sistema. Ele descobriu que 15% do carbono no sistema tinha agora se integrado aos compostos orgânicos. 2% tinha formado aminoácidos (a estrutura das proteínas e do DNA). Praticamente todos os cientistas ficaram pasmados como tinha sido fácil para Miller criar aminoácidos, ou seja, surgiu do nada.

Celacanto

No final da década de 1930, Margorie Courtenay-Latimer, de 32 anos, era curadora de um pequeno museu na cidade portuária de East London, que celacantoficava na África do Sul. O capitão de um barco de pesca, Handrick Gossen, a chamava sempre que voltava para terra com algum peixe fora do normal,  ou interessante.

No dia 23 de dezembro de 1938, resolveu dar uma volta no pelo cais e notou no barco de Gossen uma barbatana azul, tirou os outros peixes do caminho e deparou com o que ela mesma descreveu: “Com o peixe mais bonito que eu jamais tinha visto”. Tinha um pouco mais de1,5 m. Uma cor única, às barbatanas não estavam ligadas ao esqueleto, mas a lobos carnudos do lado do corpo, como se fossem capazes de sustentar o peixe e permitir que rastejasse.

De volta ao seu escritório, ela examinou livros de referências e encontrou uma ilustração aparentemente impossível. Parecia com um peixe extinto há 80 milhões de anos. Ela enviou uma descrição detalhada para o professor Smith, professor de química e biologia da Universidade de Rhods, infelizmente ele estava viajando e só tomou conhecimento de sua correspondência no dia 3 de janeiro de 1939. Àquela altura, as vísceras ( incluindo as guelras) já haviam jogado fora e o peixe tinha sido montado para exposição. Smith chegou no museu no dia 16 de janeiro e confirmou a identificação. A descoberta era importante, não só porquê se supunha que havia extinto há muito tempo, mas também por que o espécime mostrava que tinha ficado inalterado por mais de 400 milhões de anos.

Smith publicou um livro em 1956 sobre espécimes marítimos do oceano Índico e agitou a imaginação do mundo. Se uma criatura de 80 milhões de anos podia estar se escondendo nas profundezas do oceano? Mas foi a observação de Margorie e os conhecimentos de Smith que fizeram com que essa descoberta monumental  não acabasse sendo mais um jantar com peixe no prato principal.

Cromossomos

Por volta de 1910, o professor T. H. Morgan, que tinha 44 anos, era chefe do Departamento de biologia da Columbia University de Nova Iorque. Porém, ele guardou toda sua energia para pesquisas. Morgan se recusava a aceitar A teoria de hereditariedade de Mendel. Não acreditava na existência de genes, já que ninguém tinha, fisicamente, visto um.

Ele tampouco aceitava o conceito de Darwin da sobrevivência do mais apto. Morgan  acreditava que a evolução acontecia através de mutações fortuistas que lentamente abria um caminho entre uma população. Morgan criou a “sala das moscas” para provar suas ideias.

Ele escolheu as moscas de fruta por quatro razões. Primeiro, eram pequenas. Segundo, sua única comida durante toda vida era banana amassada.  Terceiro, criava uma geração em menos de duas semanas. Morgan podia estudar 30 gerações em um ano. Finalmente, tinham poucos genes, e assim era muito mais fácil de estudar do que espécies mais complexas.

Morgan procurou e esperou uma mutação física aleatória aparecerem uma das melhores de músicas de fruta a cada mês. Muitas milhares de novas moscas tinham de ser examinadas cuidadosamente sobre o microscópio para que se encontrassem as mutações.

Em setembro de 1910, Morgan encontrou uma mutação, uma música de fruta, Marcio, com olhos brancos em vez de vermelho profundo normal. O macho de olhos brancos foi cuidadosamente segregado na sua própria garrafa e cruzou com uma fêmea normal, de olhos vermelhos.Editcromossomos

Se os olhos resultantes do cruzamento fossem brancos, ligeiramente cinzento ou mesmo com um tom rosado ( como ele acreditava que seria), Morgan estaria certo e a teoria darwiniana errada.

Foram precisos três dias para examinar 1237 novas moscas. Todas tinham olhos vermelhos normais. A espécie não tinha mudado de forma alguma. Morgan estava errado.

No dia 20 de outubro nasceram os netos daquele Macho original de olhos brancos. 1/4 desta geração tinha olhos brancos, 3/4 e tinham olhos vermelhos normais, 3 a 1. Era esta a média de Mendel para a interação de uma característica dominante e outra recessiva. Outra vez ele estava errado.

Durante os próximos dois anos, mutações adicionais aconteceram frequentemente. Estudando as mutações e seu efeito sobre muitas gerações de descendentes, Morgan e seu assistente observaram que muitos dos genes herdados estavam sempre agrupados.

Em 1912, os parceiros puderam estabelecer que os genes das moscas de frutas estavam ligados em quatro grupos. Sabendo que as moscas tinham quatro cromossomos, Morgan suspeitou que os genes tinham de estar ligadoFunção dos cromossomoss e ser levados pelos cromossomos. Depois de 18 meses de mais pesquisas, Morgan foi capaz de provar essa sua nova teoria. Os cromossomos carregavam os genes, e os genes eram ligados e ordenados em linhas fixas ao longo dos cromossomos. E acabou reafirmando que é teoria de Darwin e Mendel estavam certas.

Curiosidade:  os seres humanos têm de 25000 a 28.000 genes.

Lulas gigantes

A maior lula gigante, com 10,7 m de comprimento, foi parar morta numa praia da América do Sul. Os tentáculos circulares nos dois braços longos mediam 5,8 cm de largura. Valesse cachalotes foram apanhadas com ferimentos recentes feitas por tentáculos de Loulé gigantes medindo mais de 55,88 cm de largura. Isto representa uma Lula de 67 m de comprimento! Elas estão lá, mas nenhum ser humano viu uma deste que os marinheiros diziam encontrar monstros marinhos gigantescos, a centenas de anos.

Lulas gigantes

Cachorro e gato podem causar doenças?

Fazer contato com a língua de um animal de estimação vacinado e saudável não traz tanto risco. Os microrganismos não passam pela nossa pele.

Mucosas dos olhos, do nariz e da boca, assim como qualquer outra lesão microscópica podem facilitar a entrada para bactérias e vírus.

Na saliva dos gatos há ainda uma proteína chamada fel d1, que é a principal causadora de alergia, também aumenta o tamanho dos gânglios linfáticos e causa calombos na pele, além de falta de apetite e febre.

Se o ataque for de um cão, pode haver transmissão de raiva, micoses e verminose.

Cachorro e gato podem causar doenças?

Areia movediça 

Ela ocorre quando uma porção de areia fica tão molhada que, em vez de se comportar como sólido, fica com propriedades de um líquido viscoso.

O que Hollywood mostra, não é o que acontece (óbvio), em uma área com areia movediça a pessoa afunda, mas se parar de se debater ela vai boiar e os bancos de areia movediça não costumam ser muito fundos.

saída de emergência:

  1. Pare de se mexer. Quanto mais se debater, mais se abre caminho para afundar. Puxar as pernas para cima também não ajuda, já que o espaço vazio de baixo dos pés gera um forte secção.
  2. Aumente o contato com a superfície, levantando as pernas lentamente. Quando estiver quase deitado na areia, você se arrasta até o solo firme.

Afundar por completo é quase impossível, mas tem outros motivos que pode fazer alguém morrer: em regiões ribeiras é possível ficar preso até o nível do mar subir, em áreas desertas pode morrer de fome, hipotermia ou longa exposição ao sol.

areia movediça