Astrologia

Nerdologia:


Primata Falante

Alimente o Cérebro

Teste duplo cego: http://muller.lbl.gov/papers/Astrology-Carlson.pdf

 

 

Anúncios

Objetos próximos da Terra

Para você que sempre se perguntou se aquele objeto vai atingir a Terra ou não. Confira aqui:

Objetos próximos da Terra: https://cneos.jpl.nasa.gov/ca/

Monitoramento de impacto na terra: https://cneos.jpl.nasa.gov/sentry/

 

Google cria experiência de visitar a Estação Espacial Internacional

A ideia é que essa oportunidade encoraje as pessoas a explorarem mais o espaço:

https://www.google.com/maps/space/iss/@29.5602853,-95.0853914,2a,75y,223h,93t/data=!3m6!1e1!3m4!1szChzPIAn4RIAAAQvxgbyEg!2e0!7i10000!8i5000

Outro detalhe interessante são as curiosidades e dados técnicos para que os visitantes conheçam mais a respeito da ISS enquanto visualizam o ambiente em que os astronautas trabalham e fazem seus estudos:

https://www.google.com/streetview/#international-space-station/

Resultado de imagem para street view ISS

Resultado de imagem para street view ISS

Voyagers

As Voyagers são duas sondas “gêmeas”. A Voyager 2 foi lançada em 20 de agosto de 1977 e a Voyager 1 em 5 de setembro de 1977, as duas a bordo do foguete Titan-Centaur.

Voyager Rocket Launch

A trajetória das duas Voyagers foram calculadas para tirar vantagem de um alinhamento planetário. Na missão foi usado a assistência gravitacional que é a utilização da gravidade de um planeta ou outro corpo celeste para mudar a trajetória e velocidade de um objeto.

O que descobrimos sobre planetas?

A Voyager 1 chegou em Júpiter em janeiro de 1979 e a Voyager 2 em abril.

Agora entendemos que os processos físicos, geológicos e atmosféricos importantes continuam no planeta, nos satélites e no campo magnético.

A Voyager 1 chegou em Saturno em novembro de 1980 e a Voyager 2 em agosto de 1981.

A atmosfera é quase inteiramente feita de hidrogênio e hélio. Foi medido ventos de 1800 Km/h.

A Voyager 2 chegou em Urano em janeiro de 1986.

As câmeras detectaram 11 luas anteriormente invisíveis. A sonda também encontrou um campo magnético em Urano.

A Voyager 2 chegou em Netuno em junho de 1989.

Foi descoberto anéis em Netuno e 6 novas luas.

Essa imagem é a primeira foto do sistema solar, chamada “Pálido Ponto Azul”. A Voyager 1 tirou essa foto a uma distância de mais ou menos 6.437.376.000 quilômetros da Terra.

Em agosto de 2012, a Voyager 1 ultrapassou a heliopausa e se tornou a primeira sonda interestelar a estudar suas propriedades, mas só foi confirmado em abril de 2013 (heliopausa é uma lugar ao redor do sistema solar onde o vento solar é parado pelo meio interestelar, pois a pressão feita pelo vento solar não é forte o suficiente para repelir o vento interestelar).

A pedido do Carl Sagan, a NASA colocou uma mensagem a bordo da Voyager 1 e 2, uma mensagem na garrafa atirada ao oceano cósmico, para contar uma história do nosso mundo para extraterrestres. A mensagem é um disco de cobre banhado a ouro contendo sons como vento, trovões, pássaros, baleias, até músicas de diferentes culturas e eras, tem saudações orais de pessoas em cinquenta e cinco línguas, junto com 115 imagens selecionadas para retratar a diversidade da vida e cultura.

“Destinadas a vagar inertes entre as estrelas, elas resistirão mais tempo que a própria Terra, uma lembrança perene de uma espécie que se recusa a ser esquecida em um universo em constante transformação.”

-Mensageiro Sideral

Para ver o que tem no disco de ouro: https://voyager.jpl.nasa.gov/golden-record/whats-on-the-record/

Instrumentos

Subsistema de Raios Cósmicos: detecta partículas muito energéticas. Partículas muito energéticas podem ser encontradas nos intensos campos de radiação que cercam alguns planetas, como Júpiter.

Antena: transmite dados para a Terra em duas frequências. Uma com cerca de 8,4 gigahertz, é o canal de banda X e contém dados de ciência e engenharia. Para comparação, a frequência de rádio FM é em cerca de 100 megahertz. A outra frequência, cerca de 2,3 gigahertz, está na banda S, e contém apenas dados de engenharia sobre a saúde e o estado da nave.

Subsistema de Ciência da Imagem: uma câmera capaz de tirar fotos e filmar.

Espectrômetro e radiômetro de interferômetro infravermelho (IRIS): São 3 instrumentos separados. Primeiro, é um termômetro muito sofisticado. Ele pode determinar a distribuição da energia térmica que um organismo está emitindo, permitindo aos cientistas determinar a temperatura desse corpo ou substância. Segundo, é um dispositivo que pode determinar quando certos tipos de elementos ou compostos estão presentes em uma atmosfera ou em uma superfície. Terceiro, ele usa um radiômetro separado para medir a quantidade total de luz solar refletida por um corpo nas frequências ultravioleta, visível e infravermelha.

LECP: consegue medir um espectro muito grande de energia de partículas.

Magnetômetro: seu principal trabalho é medir as mudanças no campo magnético do Sol com distância e tempo, para determinar se cada um dos planetas externos tem um campo magnético, e como as luas e os anéis dos planetas externos interagem com esses campos magnéticos.

Alvo de Calibração Óptica: identifica a cor e o brilho, sendo apontado para os outros equipamentos para que estes apontem ao alvo a ser calibrado.

Subsistema de Fotopolarimetria: um telescópio de 20 centímetros, com muitos filtros e analisador de polaridade. Ele cobre 8 comprimentos de onda.

Planetário Rádio Astrônomo (PRA) e Subsistema de Onda de Plasma(PWS): dois experimentos separados, duas antenas longas em forma de V.

Ciência do plasma (PLS): procura as partículas de baixa energia no plasma. Também tem a capacidade de procurar partículas movendo-se a velocidades particulares e, em menor extensão, determinar a direção de onde elas vieram.

Geradores Termoelétricos de Radioisótopos (RTG): são 3 geradores termoelétricos de radioisótopos usando plutônio-238 (libera calor através de materiais radioativos, gerando eletricidade para sonda).

Espectrômetro Ultravioleta (UVS): Ele determina quando certos átomos estão presentes, ou quando certos processos físicos estão acontecendo. O instrumento procura cores específicas da luz ultravioleta que certos elementos e compostos são conhecidos por emitir.

Voyager Spacecraft

Fontes:

https://voyager.jpl.nasa.gov/mission/spacecraft/instruments/

https://voyager.jpl.nasa.gov/galleries/images-voyager-took/

https://voyager.jpl.nasa.gov/golden-record/

https://voyager.jpl.nasa.gov/frequently-asked-questions/fast-facts/

https://www.youtube.com/watch?v=KOuxhjLTsdo&t=580s

https://www.youtube.com/watch?v=tbA3BNaionI&t=1166s

https://www.youtube.com/watch?v=IAVHhZqQxVg&t=154s

 

Agência Espacial Europeia divulga maior mapa da Via Láctea.

A Agência Espacial Europeia divulgou os primeiros resultados da missão do telescópio espacial Gaia, lançado no final de 2013. Nesses quase três anos de aventura extraterrestre, Gaia identificou mais de 1 bilhão de objetos e produziu dados que podem revolucionar tudo o que sabemos sobre astronomia.

Só para começar, ela encontrou muito mais estrelas que o previsto – o que, para muitos cientistas, já é um sinal preliminar de que a Via Láctea é maior do imaginávamos.

As revelações de Gaia publicadas vão ser transformadas no maior mapa da Via Láctea da história. Ele vai ser 1.000 vezes mais extenso e 10 vezes mais preciso do que qualquer coisa que a astronomia humana já produziu, com cerca 1 bilhão de objetos espaciais exibidos em 3D. É o equivalente a desvendar 1% de toda a nossa galáxia.

Por enquanto, esse atlas está no formato de tabelas que revelam informações específicas sobre mais de 2 milhões de estrelas. Até o final da missão, esse catálogo vai contar com dados de 250 mil objetos de Sistema Solar, 7 mil planetas em outros sistemas, 1 milhão de galáxias vizinhas e 20 mil supernovas.

Mas, para já dar uma palhinha do mapa 3D que vai ser montado a partir das fotos e dados, a Agência divulgou o primeiro mapa de visão celeste, com base nas informações que a missão coletou de julho de 2014 a setembro de 2015.

 

 agencia-espacial-europeia-divulga-maior-mapa-da-via-lactea

O mapa ajuda a identificar as áreas do cosmo com maior número de estrelas observadas por Gaia. As regiões mais claras indicam uma densidade maior do sóis. Onde a imagem é mais escura, a concentração de estrelas era menor.

Na Via Láctea, que tem formato de espiral, a área mais clara da imagem é conhecida como Plano Galáctico, onde fica a maioria das estrelas da galáxia. No mapa, essa porção é a linha horizontal no centro. As áreas escuras no Plano Galáctico, segundo a Agência Europeia, representam nuvens de gás e poeira que absorvem a luz nessas regiões.

Os pontos brilhantes do lado direito inferior representar duas galáxias-anãs que orbitam a Via Láctea, as Nuvens de Magalhães (pontos LMC e SMC). Do lado oposto, mais uma vizinha, bem maior, Andrômeda e seu satélite, a galáxia Triangulum (ponto M33).

Além dessas três, todas as outras galáxias próximas são designadas por pontos azuis, enquanto as anotações amarelas são aglomerados abertos, ou grupos relativamente pequenos de estrelas próximas devido à gravidade. Em branco, os clusters globulares, com estrelas velhas e bem mais numerosas que se mantém pertinho umas das outras.

Em uma nave com só 10 metros de diâmetro, Gaia conta com uma câmera de milhões de pixels, dois astrotelescópios, fotêmetros e espectrômetros de velocidade radial. Tudo isso não só para fotografar a posição de 1 bilhão de estrelas (70 vezes cada uma), como medir sua trajetória no espaço, seu comportamento gravitacional e as distâncias entre elas. Fazendo tudo isso em 5 anos de observação, são mais de 40 milhões de objetos espaciais registrados por dia.

O telescópio é capaz de produzir tanta informação que ninguém sabe os mistérios e as surpresas escondidos no catálogo divulgado hoje. É o chamado data dump, quando um monte de dados brutos é divulgado publicamente para ser analisado e estudado por uma multidão de cientistas.

Só os astrônomos que tiveram direito a uma olhadinha na base de dados de Gaia antes do lançamento já publicaram 15 artigos acadêmicos. A expectativa é que ele gere mais de 100 publicações – só nas próximas semanas. Até 2022, quando a missão acaba, vão ser mais 3 data dumps e centenas de papers científicos.

De: Super Interessante

Éter

Éter é uma substância teórica que alguns cientistas acreditam existir no espaço.

Na teoria, o Éter é o meio que a luz usa para viajar no espaço, assim como o ar é o meio de propagação do som (onde não tem ar não tem som).

Aristóteles foi o primeiro a pensar nessa teoria e foi bem aceita durante os séculos, até mesmo pessoas como James Clerk Maxwell e Kepler acreditavam, mas foi o físico Hendrik Lorentz e o matemático, físico e filosofo Henri Poincaré os cientistas que ficaram conhecidos como autores dessa teoria.

Em 1887 os físicos Albert Abraham Michelson e Edward Williams Morley fizeram um experimento chamado de experiência de Michelson-Morley para detectar o éter, através de um aparelho chamado interferômetro de Michelson-Morley, mas falharam, porém nunca deixaram de acreditar.

michelsonmorley

 

 

Próxima B, o planeta mais parecido com a Terra

O Planeta nomeado de Próxima B, anunciado no dia 24 de agosto, orbita uma estrela anã-vermelha chamada Próxima Centauri, a estrela mais próxima de nós – 4,2  anos luz de distância- é o planeta mais parecido com o nosso, completa sua órbita (uma volta inteira ao redor da estrela) em aproximadamente 11 dias, fica na “Zona Habitável” (lugar do sistema solar onde é capaz de ter vida), mas a massa é 1,3 vez maior, ou seja, tudo que está lá “pesa” mais do que pesaria aqui na Terra, fica oito vezes mais próximo do que Mercúrio do sol, sendo assim, o planeta poderia acabar parando de rotacionar, ter climas doidos e ele é
bombardeado constantemente por radiação 400 vezes mais que a Terra, o que aumenta a possibilidade de não ter atmosfera, mas alguns cientistas acreditam que isso não necessariamente elimina a possibilidade do planeta abrigar vida.

Próxima B
Próxima B

Magnetar

Magnetar é uma estrela de nêutrons, com cerca de 10 vezes a massa do sol ou 100 bilhões de vezes a da Terra,  aproximadamente 15 Km de diâmetro,  que gira centenas de vezes por segundo, gerando um enorme campo magnético estimado em 1 bilhão de teslas ou 1 gigatesla (um quatrilhão de vezes maior do que o campo magnético da Terra).

Curiosidades

Se você estivesse a 1000 quilômetros de distância de um magnetar orça magnética dobrar os átomos em seu corpo e as forças gravitacionais iria matá-lo.

A maior explosão de um magnetar ja vista da Terra, liberou em 1 décimo de segundo a mesma energia liberada pelo sol em 100 mil anos. Eles causam as maiores explosões que ocorreram desde o Big Bang

Do que é feito o solo lunar?

De rególito, uma camada porosa de poeira com espessura entre 4 e 5 em zonas dos mares, mas em regiões montanhosas pode chegar a 10 metros. Amostras trazidas pelas missões Apollo, entre 1969 e 1972, mostram que o material é rico em sílica, dióxido de titânio, óxido de alumínio, ferro, magnésio, cromo e sódio. Uma explicação para essa composição é a de que a lua teria nascido da colisão de um objeto cósmico do tamanho de Marte com a Terra.

Do que é feito o solo lunar?

 

Crédito: Mundo Estranho