LANÇAMENTO DO SATÉLITE BRASILEIRO AMAZÔNIA-1

Space Today:

Mensageiro Sideral:

inpemct:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações:

O Amazonia 1 é o primeiro satélite de Observaçăo da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil.

O Amazonia 1 é um satélite de órbita Sol síncrona (polar) que irá gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Para isso, possui um imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível (VIS) e 1 banda próxima do infravermelho (Near Infrared ou NIR) capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 km com 60 metros de resolução.

Sua órbita foi projetada para proporcionar uma alta taxa de revisita (5 dias), tendo, com isso, capacidade de disponibilizar uma significativa quantidade de dados de um mesmo ponto do planeta. Esta característica é extremamente valiosa em aplicações como alerta de desmatamento na Amazônia, pois aumenta a probabilidade de captura de imagens úteis diante da cobertura de nuvens na região.

Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um Módulo de Serviço, que é a Plataforma Multimissão (PMM), e um Módulo de Carga Útil, que abriga câmeras imageadoras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens.

A figura abaixo ilustra o satélite Amazonia 1 com seus dois módulos acoplados: Plataforma Multimissão (Módulo de Serviço, inferior) e o Módulo de Carga Útil (parte superior do satélite). Os painéis de fechamento estão separados para ilustrar a disposição interna dos equipamentos e subsistemas. O painel solar é mostrado em sua posição recolhida (configuração da fase de lançamento).

  • A validação da Plataforma Multimissão (PMM) como sistema, gerando confiabilidade e reduções significativas de prazos e custos para o desenvolvimento de futuras missões de satélites baseados na Plataforma Multimissão;
  • Consolidação do conhecimento do Brasil no ciclo completo de desenvolvimento de satélites estabilizados em 3 eixos, ganhando também maturidade nas atividades de integração e testes de satélites;
  • Capacitação no subsistema de Controle de Atitude e Órbita e Supervisão de Bordo, a partir da experiência do contrato com transferência de tecnologia com a Argentina;
  • Desenvolvimento na indústria nacional dos mecanismos de abertura do Painel Solar, que nos satélites da série CBERS foram fornecidos pela China;
  • Desenvolvimento da propulsão do subsistema de controle de atitude e órbita na indústria nacional, embora utilizando partes adquiridas no exterior;
  • Capacitação do país na realização de operações iniciais pós lançamento (LEOP);
  • Consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade;
  • Consolidação e aquisição de experiência nas tomadas de decisões e ações em condições criticas de operação;
  • Aquisição de experiência na execução de operações para encerramento do ciclo de vida da missão.

Fontes: http://www.inpe.br/amazonia1/ganhos_tecnologicos.php

http://www.inpe.br/amazonia1/sobre_satelite/

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