Produtos que vieram da exploração espacial

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Produtos desde 1976: https://spinoff.nasa.gov/

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Hatsune Miku

Hatsune ->sobrenome Miku ->nome foi originalmente criada para vender um software (programa) chamado Vocaloid – já existiam seis outros vocaloids na época -. Ele serve para criar “vozes”, assim como existem softwares com sons de guitarras, baterias e pianos, Vocaloid serve para ter sons de vozes humanas, ou seja, ele canta (é necessário que a pessoa digite letras e melodias).
Foi criado na Universidade Pompeu Fabra na Espanha e a Yamaha Corporation se interessou pelos resultados, bancando o investimento e desenvolvendo um produto comercial. Os primeiros Vocaloids, Leon e Lola, foram lançados pelo estúdio Zero-G em 2004.

Então, em 31 de agosto de 2007 a Crypton Future Media lançou Hatsune Miku (de acordo com a empresa, o nome escolhido significa”a voz do futuro”), que utiliza as tecnologia de canto Vocaloid 2, 3 e 4 da Yamaha Corporation. Sua voz é sintetizada da dubladora japonesa Saki Fujita e o desenho foi feito por Kei Garou.

 

Para ajudar na produção 3D, o programa MikuMikuDance ou MMD foi desenvolvido como um programa independente por Yu Higuchi para ajudar os produtores de Vocaloid, que precisavam de vídeos para mostrar suas músicas no NicoNico (YouTube do Japão). As expressões faciais dos personagens podem ser alterados e som pode ser colocado para criar um videoclipe (todo o conteúdo é distribuído gratuitamente pelos usuários e o software vem com modelos dos Vocaloids da Crypton).

Em 2009 foi lançado o jogo Project Diva, desenvolvido pela Sega e no início ficou só no Japão. Você deve apertar os botões de acordo com que aparecem na tela para dar ritmo à música e assim o personagem pode cantar e dançar. O mais interessante é que as notas podem aparecer em qualquer lugar na tela. Sendo assim, você precisa ter muita atenção durante as partidas. Com vários níveis de dificuldade (conforme ele aumenta aparecem mais botões para apertar), com várias roupas, personagens, objetos para mudar a casa deles para liberar.

Nos shows (concertos) ela já foi apresentada de várias formas diferentes. A menina pula, canta, interage com a plateia e se comporta como uma cantora normal, enquanto uma banda (de carne e osso) faz o som por trás.


Sobre o fato de Hatsune Miku não ser humana, é algo totalmente irrelevante, afinal quantos artistas reais que conhecemos não utilizam programas de computador para melhorar a sua voz?

Você sabia que o físico teórico e cosmólogo Stephen Hawking fala com uma voz sintetizada? É como se fosse a versão 1.0 do Vocaloid.

Ao longo do tempo as máquinas foram substituindo os humanos: as pernas pelo carro, a força dos braços e das pernas pela força hidráulica e o cérebro pelo computador. Qual a diferença de mudar a voz humana por um Vocaloid?

A Hatsune Miku não se envolve com drogas, nem acidentes de carro, nunca será flagrada por paparazzi e nunca vai perder sua voz.

A imagem de Hatsune Miku pode ter sido feita pela Crypton, mas sua personalidade e tudo que ela representa foi feita pelos fãs, além disso, o visual de Hatsune é escolhido por meio de votações entre os fãs nas redes sociais.

Como é feita a terapia genética?

É a tentativa de curar uma doença genética substituindo o DNA defeituoso que a causa. Para isso, utilizam-se vírus modificados, capazes de invadir o núcleo das células problemáticas e “reprogramá-las”. Quando surgiu, há cerca de 40 anos, esse tipo de tratamento médico parecia coisa de ficção científica – e houve tantas dificuldades para desenvolvê-lo que, de fato, quase não saiu do papel. Mas, na última década, começaram a surgir resultados promissores, especialmente em casos de doenças raras, provocadas pela mutação de um único gene.

1. Células do órgão em que a doença está instalada são extraídas e analisadas. Com o conhecimento atual do código genético humano, é possível comparar o DNA das células que estão funcionando mal com o de pessoas saudáveis. Identificado o problema, células sadias são retiradas (do mesmo paciente ou de outra pessoa) para serem multiplicadas em laboratório

2. Com as células saudáveis, os médicos têm acesso à sequência genética correta que deverá fazer o organismo voltar a funcionar normalmente. O passo seguinte é injetar esse material na área doente. Para isso, é preciso induzir o corpo humano a aceitar um corpo estranho invadindo seus próprios órgãos, um desafio que paralisou as pesquisas por muitos anos

3. Os cientistas tentaram criar, do zero, um organismo capaz de invadir células. Mais recentemente, eles perceberam que podiam usar vírus, seres especializados em driblar nossas defesas. Os preferidos são o adenovírus e o da herpes. Mas sua carga genética”maligna” é retirada e substituída pelo DNA “curador”, desenvolvido em laboratório. (Em uma variação menos comum, as células são corrigidas em laboratório e transplantadas direto no paciente, dispensando o vírus)

4. Os vírus são injetados no corpo do doente, geralmente direto na área em que ele tem o problema. Para tratamentos oculares, por exemplo, é preciso inserir a agulha por dentro do olho. Alguns órgãos aceitam os organismos com medicamentos melhor do que outros: o cérebro ou a bexiga, por exemplo, são mais suscetíveis do que o fígado, que é bem blindado

5. Os vírus invadem as membranas das células doentes, atacam seu núcleo e dão início a uma reação, que combina o DNA original com a carga genéticacorretora. Se tudo deu certo, a célula agora vai funcionar corretamente. (Nos anos 1990, em alguns casos, o tratamento provocou mutações cancerígenas mortais, mas desde então o nível de segurança aumentou)

6. A célula começa a se multiplicar, numa reação em cadeia que tem a tendência de dominar o órgão doente com novos componentes, agora saudáveis. Se antes, por exemplo, ela não conseguia produzir uma proteína importantíssima, agora já é capaz. Assim os sintomas provocados pela ausência dessa proteína vão regredindo e o paciente é curado

7. Como a maior parte dos tipos de células humanas tem vida curta, é preciso continuar o tratamento à base de injeções por muitos anos. Para piorar, a terapia genética é cara. O processo completo com o único remédio desse tipo já disponível no mercado europeu, o Glybera (para tratar a deficiência da lipoproteína lípase), custa aproximadamente 1 milhão de eurosterapia genética

RESULTADOS CONCRETOS…

Problemas que já podem ser tratados

– Alguns tipos de cegueira, como a coroideremia e a amaurose congênita de Leber

– Deficiência da lipoproteína lípase, que provoca uma doença grave no pâncreas

– Leucemia linfoide

– Fibrose cística

… E FUTURAS POSSIBILIDADES

Doenças que estão na mira da terapia genética

– Mal de Parkinson

– Hemofilia

– Diabetes

– Glaucoma

– Câncer

– Aids

Créditos: Mundo Estranho

Tsar Bomba

Bombas nuclearesA Tsar Bomba foi uma bomba atômica criada pelos Russos. Ela foi lançada em 30 de outubro de 1961 no Círculo Polar Ártico, essa explosão foi tão grande que marcou 5 graus na escala Richter e não foi só isso: a onda de choque deu 3 voltas na Terra. O nome é uma referência ao Ivã, o Terrível, que governou a Rússia no século 16. A força da Tsar Bomba foi de aproximadamente 50 megatons ( 50 milhões de toneladas de dinamite ou 3.300 bombas de Hiroshima. Enquanto as armas nucleares americanas são capazes de devastar uma cidade, a Tsar seria capaz de fazer com que estados inteiros sumissem do mapa e arrasar com a civilização que conhecemos).

Ela foi liberada por um bombardeiro à 10.500 metros de altura e retardada por um para-quedas para que o bombardeiro tivesse tempo de se afastar e mesmo voando a uma velocidade de 644 quilômetros por hora (a 45 Km de distância), mas não foi o suficiente, ele foi atingido pela onda de choque e caiu 1000 metros. Mesmo explodindo a 4 quilômetros do chão, ela destruiu tudo, o clarão podia ser visto a mil quilômetros e todas as pessoas a cem Km do centro da explosão levariam queimaduras de 3 graus.

Depois do cientista Andrei Sakharov (um dos muitos cientistas que ajudaram a fazer a Tsar) ver a monstruosidade que tinha criado, ele se tornou um ativista anti-armas nucleares, e em 1975, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

É possível de um tiro sair pela culatra?

Não. A origem da expressão “O tiro saiu pela culatra” é incerta, mas pode se referir aos mosquetes do século 18, que eram recarregados pelo mesmo buraco de onde saia o disparo. O processo envolvia depositar primeiro a pólvora depois o projétil. Se, na adrenalina da batalha, a pessoa invertesse a ordem (primeiro projétil e depois a pólvora), o tiro poderia sair “para trás”. Mas, o desenho, o funcionamento das pistolas atuais e o tipo de munição usada impedem isso.

é possível o tiro sair pela culatra?

 

Chemtrail

Sabe aqueles rastros de nuvem deixam no céu?

Os racharmtrailstros de fumaça surgem quando as turbinas das aeronaves liberam vapor de água, gerado na queima do combustível. Com a atmosfera fria, o vapor se condensa em “cristais” de gelo, formando riscos brancos.

A variação da duração, da forma e da cor dos rastros é pelo tipo de combustível usado (querosene de aviação e Jet fuel – combustível de jato em inglês), temperatura da atmosfera e do motor. Nenhum laboratório ou cientista constatou sobre algum elemento químico estranho dentro dos combustíveis.

Não existe relação entre o aumento da produtividade e aumento do tráfego aéreo, é apenas o barateamento da tecnologia da aviação.

Experimentos da NASA mostram que o tráfego aéreo está aumentando o aquecimento global e não reduzindo (como alguns teóricos da conspiração afirmam).

 

Quem inventou o Termômetro?

Antes dos chamado termômetros modernos, houve muitas outras tentativas de medição da temperatura. No ano 3 a.C. Philon de Bizâncio teria sido o inventor do primeiro aparelho sensível à variação térmica. Chamado de termoscópio, ele consistia em um vaso de chumbo vazio e um vaso de água, unidos por um tubo. Quando o vaso de chumbo era aquecido, o ar existente nele e no tubo se expandia, produzindo bolhas na água do outro vaso. Ao ser resfriado, era a água que subia pelo tubo, indo molhar o recipiente de chumbo.

Em 1592, Galileu Galilei retomou o princípio do termoscópio, mas com uma forma um pouco diferente. Seu aparelho era um tubo cheio de ar e mergulhado em uma tigela de água, de tal modo que o nível de água descia à medida que aumentava a temperatura. Mas esse invento tinha uma falha: como o tubo se encontrava dentro de uma cuba não selada, estava sujeito às mudanças de pressão, um conceito ainda novo para os sábios da época. Só em 1643, quando o físico italiano Evangelista Torricelli inventou o barômetro de mercúrio, é que se demonstrou o princípio da pressão atmosférica, e os instrumentos começaram a ser hermeticamente fechados para que a medição fosse a mesma em todas as alturas.

Esses primeiros aparelhos traziam algumas inovações como substituir o ar por álcool ou mercúrio. Mas restava, ainda, estabelecer uma graduação Quem inventou o termômetro?numérica padrão, pois eles se baseavam nos mais bizarros pontos fixos: a temperatura da neve no frio, a temperatura de uma vaca, a da fusão da manteiga etc…

Até que, no século XVIII, se estabeleceram as escalas termométricas conhecidas até hoje. Uma das primeiras foi a de Daniel Fahrenheit, um fabricante de instrumentos meteorológicos. Ele adotou como ponto mínimo , a temperatura de uma mistura de gelo, água, sal e amônia e, como ponto máximo, a de ebulição da água, à qual deu o valor arbitrário de 212 graus.

O físico sueco Anders Celcius preferiu a temperatura de congelamento e a fusão da água. Definiu como ponto de fusão zero e cem para congelamento, o que foi depois invertido. Já o físico inglês William Thomson Kelvin introduziu o conceito de “zero absoluto”, que é a temperatura em que as moléculas de um gás permanecem imóveis e calculou esse valor em -273 graus Celcius.

 

 

Quem inventou o espelho?

Os antigos egípcios já conheciam o espelho. Era de bronze polido com areia, não sendo possível conseguir imagens muito nítidas, em 3000 a.C.

Quem inventou o espelho?

Mais tarde começaram a usar espelhos de prata. O reflexo não era perfeito, mas esses espelhos eram trabalhados com muita arte, apresentando formas e cabos variados. Os espelhos de vidro, ancestrais dos espelhos de hoje, começaram a ser feitos em Veneza, em 1300 d.C. , obra de um artesão desconhecido. Cobria o lado de trás do vidro com mercúrio e estanho. Assim, a superfície dessa liga metálica tinha grande capacidade de reflexão por ser lisa como o vidro, além de não se arranhar porque ficava protegida. O objeto foi aperfeiçoado em 1675 pelos normandos, parte posterior do vidro usado para a fabricação de espelhos é coberta com uma fina camada de prata ou alumínio.

No século 19 foi iniciada a fabricação do espelho de prata. Em 1835 foi publicado por Justus von Liebig, quando se mistura aldeído com uma solução de nitrato de prata e aquece-se, a prata é depositada sobre as paredes de vidro, resultando em um espelho brilhante”. Os espelhos devem conter pelo menos 10% de óxidos, podendo ser o óxido de chumbo, óxido de bário, óxido de potássio ou o óxido de zinco.

Quem inventou o micro-ondas?

Foi por causa de uma barra de chocolate que nós temos um micro-ondas. Eles são ondas eletromagnéticas de alta frequência, como as de rádio. Em 1939, o físico americano Albert Wallace Hull criou um equipamento gerador de micro-ondas para radares de longo alcance chamado magnétron. Certo dia de 1946, o engenheiro eletrônico americano Percy Lebaron Spencer saiu de casa com uma barra de chocolate no bolso da calça. Ele era diretor da fabrica de sistemas eletrônicos Raytheon e estava testando um magnétron em seu laboratório. De repente, sentiu uma sensação estranha no bolso (era o chocolate derretido no bolso!). Spencer desconfiou que as micro-ondas do aparelho é que geravam calor, mesmo não tendo sentido nenhum aumento de temperatura. Percebeu que, por estar no bolso da calça, o chocolate havia ficado bem próximo das ondas  que escapavam do tubo de magnétron.

No dia seguinte, Spencer resolveu fazer um novo teste. Comprou milho de pipoca e colocou o pacote na frente do tubo. Não demorou muito para as pipocas começarem a estourar. O engenheiro percebeu que não sentiria calor por que não ficara de frente para o mgnétron.

Magnétron
Magnétron

Como Spencer tinha dado suporte a 120 outras patentes, ele não deixou a experiência parar por aí. Ele colocou um ovo cru dentro de uma tigela com um buraco na lateral, voltado para o magnétron. Um dos assistentes de Spencer resolveu olhar o que havia dentro do pote e viu o ovo explodir bem no seu rosto. Spencer percebeu que o ovo tinha cozinhado de dentro para fora e a casca se quebrara devido a pressão. A partir daí, o engenheiro parou de trabalhar com radares e tratou de desenvolver um forno que tirasse o máximo proveito das micro-ondas.

Em 1946, a Raytheon  patenteou o processo de cozinhar por micro-ondas. No ano seguinte, a indústria apresentou o primeiro forno de micro-ondas comercial, o Radar Range. O primeiro aparelho tinha 1,68m de altura, pesava 340 quilos e custava aproximadamente 5.000 dólares

radar range
radar range

Era arrefecido à água e produzia 3 mil watts, quase 3 vezes mais que a quantidade de radiação produzida pelos micro-ondas de hoje em dia. Só a partir de 1953, o micro-ondas ganhou uma cara de eletrodoméstico e passou a ser fabricado também por outras empresas. Menor, também já cabia dentro de cozinhas convencionais.